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Último réu de ataque a helicóptero da PM no Morro dos Macacos é condenado a 225 anos de prisão

O Conselho de Sentença do III Tribunal do Júri da Capital condenou Fabiano Atanásio da Silva, o “FB”, a uma pena de 225 anos de reclusão, em regime fechado, e 1200 dias-multa pelos crimes de homicídio (três vezes), tentativa de homicídio (seis vezes) e associação para tráfico de drogas.  Ele foi apontado como um dos líderes da facção criminosa responsável pelo ataque, em 2009, ao Morro dos Macacos, em Vila Isabel, que causou a morte de três policiais militares na queda de um helicóptero da Polícia Militar, abatido a tiros por traficantes. Fabiano foi o último dos réus acusados de participação no ataque ao helicóptero a ser julgado. Outros três foram condenados e um quinto suspeito morreu antes da conclusão das investigações.                                               Fabiano Atanásio, preso em Catanduvas (PR), acompanhou seu julgamento  por videoconferência    A sentença foi proferida pela juíza Tula Corrêa de Mello, que presidiu o julgamento, por volta das 7h50 da manhã desta quarta-feira (21/6). Fabiano, que está no presídio federal de Catanduvas, no Paraná, acompanhou por videoconferência o julgamento, que teve início às 10 horas da manhã de terça-feira (20/6). “A culpabilidade do acusado é extrema, já que, enquanto líder de facção criminosa, demonstrou efetiva ousadia ao determinar previamente a seus comparsas que empregassem violência consistente em efetuar disparos de armas de fogo contra todos os opositores à ação do grupo, atentando contra agentes públicos em serviço que, nesse tipo de combate, já foram vitimados em centenas desde a data do fato até a presente data. É certo que atentar contra policiais é conduta que gera, inclusive, promoção na hierarquia do tráfico, tamanha audácia da facção liderada pelo réu, quanto mais diante de uma queda de aeronave, de repercussão internacional”, afirmou a juíza na sentença. “As circunstâncias do crime são nefastas, sendo certo que a conduta dirigida ao abate de uma aeronave do Estado se equipara a ato de terrorismo, pois não se restringe à violência individualmente direcionada a cada um dos policiais atingidos e aos familiares, vítimas indiretas da ação nefasta, mas pela intenção declarada de guerra ao Estado”, completou a magistrada.   O ataque  O ataque ao helicóptero aconteceu no dia 17 de outubro de 2009 e provocou as mortes dos policiais militares Izo Gomes Patricio, Marcos Standler Macedo e Edney Canazaro. Na queda, a aeronave pegou fogo e ficaram feridos o piloto Marcelo Vaz de Souza, com queimaduras na mão; o copiloto Marcelo Mendes, baleado no pé; e o cabo Anderson dos Santos, também com queimaduras.  Outros acusados condenados  Outros integrantes da quadrilha envolvidos no ataque ao helicóptero já foram julgados e condenados por homicídios e tentativas de homicídios, com participação na invasão e do seu planejamento. Em 2019, Luiz Carlos Santino da Rocha, o Playboy, também foi acusado de participação no crime. Ele já havia sido condenado a 225 anos de prisão no ano de 2019. Em setembro de 2022, Magno Fernando Soeiro Tatagiba de Souza, o Magno da Mangueira, e Leandro Domingos Berçot, o Lacoste de Manguinhos, foram condenados a 193 anos, um mês e dez dias de prisão. Um quinto suspeito, Michel Carmo de Carvalho, morreu antes de ser denunciado. Processo nº 0450797-58.2010.8.19.0001 PC/JM/SP
22/06/2023 (00:00)
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